Ontem me peguei lendo um livro de Masaharu Taniguchi da linha de pensamento SEICHO-NO-EI, do qual eu nunca tinha tido contato antes. E digo logo: não gostei. Fraco o livro, contudo relevando isso a ideia do livro é genial. O título é: "A humanidade é isenta de pecado", e quando pensei de fato nesse título percebi o quanto eu penso da mesma forma.
Li quase nada, não por que eu não quisesse, mas devido a hora tarde e ao jeito chato dele de insistir que está certo (possuidor da verdade), outro ponto péssimo do livro. Mas sabe quando a vida nos joga na cara ideias por meio de coisas das quais desprezamos? Pois bem, esse foi meu caso.
ciclos
Novo ano pela frente e independente de qual sistema de calendário você use é inevitável não ser alvejado pela energia de finalização e novo começo desse momento nas nossas vidas. Claro que em outros lugares o sistema pode ser bem diferente do calendário Juliano mas em suma isso pouco importa. O que vale são os valores, já pensou sobre isso?
reativar ou não reativar
Tendo absorvido os pontos tratados nos dois últimos textos "Uno consigo... Parte I - Parte II" retomo aqui a questão da reativação que foi um dos motivos iniciais disso tudo.
Reativar um ato é necessário até que ponto?
Para responder essa questão é preciso pensar em que estágio de alteração de realidade você se encontra: Quantas vezes suas vontades se concretizaram? Quantas vezes os dias foram sincronicos com suas intenções e quantas vezes você conseguiu olhar para todo um processo de fato realizado?
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