Manual Prático do Mestre - Ou alucinações da mediocridade

Diante da jornada que empenhamos insistentemente em busca de realização, percebo uma constante que provavelmente vem ao longo dos milênios. Se pensarmos bem, todas as vertentes espiritualistas e fraternidades ou mesmo algumas filosofias indicam a presença sagrada de um ser que chamamos normalmente por mestre. Este indivíduo é aquele em que depositamos, ou depositaríamos a certeza de que, de seus ensinamentos jorram as mais belas instruções para o crescimento efetivo do neófito. E pecamos tolamente ao delegar a tais indivíduos as direções ou ao menos as certezas que deveriam ser em grande parte responsabilidade de cada um.
Mas isso é um fator contraditório. Visto que nenhum indivíduo é uma ilha e não nascemos sabendo tudo, então, a figura do mestre se faz necessária, mesmo diante da questão de que somente o próprio indivíduo deveria ser capaz de se guiar e de crescer. O que pensar então?

não há pecado... Estudo I

Ontem me peguei lendo um livro de Masaharu Taniguchi da linha de pensamento SEICHO-NO-EI, do qual eu nunca tinha tido contato antes. E digo logo: não gostei. Fraco o livro, contudo relevando isso a ideia do livro é genial. O título é: "A humanidade é isenta de pecado", e quando pensei de fato nesse título percebi o quanto eu penso da mesma forma.

Li quase nada, não por que eu não quisesse, mas devido a hora tarde e ao jeito chato dele de insistir que está certo (possuidor da verdade), outro ponto péssimo do livro. Mas sabe quando a vida nos joga na cara ideias por meio de coisas das quais desprezamos? Pois bem, esse foi meu caso.


ciclos

Novo ano pela frente e independente de qual sistema de calendário você use é inevitável não ser alvejado pela energia de finalização e novo começo desse momento nas nossas vidas. Claro que em outros lugares o sistema pode ser bem diferente do calendário Juliano mas em suma isso pouco importa. O que vale são os valores, já pensou sobre isso?